O que acontece quando a religião deixa de ser apenas uma herança coletiva e passa a disputar a atenção de quem procura um caminho? Acontece Uma Conversa daquelas de feira de rua: “Olha o alface! Olha o tomate! Olha o cristianismo! Olha o zoroastrismo!” Em um determinado momento da história as divindades passaram a ser passíveis de serem escolhidas. Diferentes tradições, ideias e experiências transcendentais tornaram-se uma possibilidade entre tantas outras.
Seria então o mistério a alma do negócio? Ou será que o melhor, para a humanidade, é a instituição de uma religião cívica que independe de adesão pessoal? Ou ainda, no atual estágio civilizatório será que o negócio etiquetou nossas almas com código de barras e instituiu que pessoalmente o único poder que importa é o poder de compra?
Vem com a gente discutir sobre tudo isso e muito mais!
Despatrocinador
| Música: Alê, o Ferreiro (prod. Suno) – Deus é amor (Lo-Fi Mix)
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